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Centrais de asfalto

Cinco tipos de central de asfalto de 40 a 400 t/h, mais mini-centrais para volumes pequenos. Veja como cada uma mistura, como se desloca e que estradas serve, e abra a série para ler as especificações completas.

Compare os cinco tipos

Forma de mistura, tipo, capacidade e aplicações — lado a lado numa só tabela.

Comparação das centrais de asfalto Roadmixa
CentralMisturaTipoModelosCapacidadeIndicada para
Central de Asfalto em ContentoresDescontínua (por lote)Em contentoresRMX-C80 ~ RMX-C40080–400 t/hObras afastadas do porto ou em ilhas, quando a central tem de viajar em contentores e montar-se depressa
Central de Asfalto MóvelDescontínua (por lote)MóvelRMX-M60 ~ RMX-M16060–160 t/hConservação de estradas e contratos curtos, quando a central muda de local várias vezes por ano
Central de Asfalto Fixa DescontínuaDescontínua (por lote)FixaRMX-B60 ~ RMX-B40060–400 t/hGrandes contratos rodoviários, aeroportos e fornecedores de mistura que mudam muitas vezes de fórmula de trabalho
Central de Asfalto Contínua (Tambor Misturador)Contínua (tambor misturador)FixaRMX-D10 ~ RMX-D16010–160 t/hEstradas regionais e municipais e empreiteiros que produzem quase sempre a mesma mistura
Central de Asfalto com Reciclagem de RAPDescontínua (por lote)FixaRMX-R80 ~ RMX-R16080–160 t/hContratos de conservação e reconstrução de estradas que produzem RAP aproveitável

Que capacidade para que trabalho

Referência para uma primeira escolha. Calcule a partir das toneladas realmente espalhadas por turno e do número de camiões: a capacidade nominal e a produção real por época são diferentes.

Capacidade indicada para cada tipo de trabalho
CapacidadeTrabalho habitualSérie
40 t/hReparações, estradas municipais, pequenos empreiteiros, estradas de minaRMX-D40
60–80 t/hVias urbanas, programas de conservação regionais, uma equipa de espalhamentoRMX-M60/80, RMX-B60/80, RMX-D60/80, RMX-C80
120–160 t/hEstradas nacionais e regionais, duas equipas de espalhamento, fornecimento de mistura comercialRMX-M120/160, RMX-B120/160, RMX-C120/160, RMX-R120/160
200–400 t/hAutoestradas, aeroportos, grandes empreiteiros e fornecedores de mistura para uma cidadeRMX-B200–400, RMX-C240–400

Referência indicativa. O tamanho certo depende da fórmula de trabalho, do número de turnos e da logística da mistura — envie-nos os seus dados e calculamos.

Como escolher entre os cinco tipos

  1. 1

    Com que frequência vai a central mudar de local? Se o contrato muda de estaleiro a cada época, veja os tipos móvel ou em contentores; se vai ficar anos num estaleiro-base, a central fixa descontínua serve.

  2. 2

    Quantas fórmulas de trabalho vai produzir? Muitas fórmulas e exigências apertadas (estradas nacionais, misturas especiais) favorecem a central descontínua.

  3. 3

    Qual é o volume diário real? Calcule-o com as horas efetivas de trabalho e o número de camiões, não com a capacidade nominal.

  4. 4

    Há fresado (RAP) que possa ser aproveitado? Uma central com reciclagem reduz o consumo de inertes novos e de betume.

Um só equipamento, vários nomes

Central de asfalto
O nome mais usado em Angola, Moçambique e nos restantes países africanos de língua portuguesa. Nos concursos também aparece como “central de misturas betuminosas” ou “central de betão betuminoso”.
Usina de asfalto
O nome brasileiro do mesmo equipamento. Em documentos do Brasil aparece também como “usina de asfalto a quente” ou “usina de CBUQ” (concreto betuminoso usinado a quente).
Central descontínua (por lote)
Pesa cada componente em cada lote antes de misturar. Em inglês, batch plant; no Brasil, “usina gravimétrica”.
Central contínua (tambor misturador)
Seca e mistura sem paragens num único tambor; mais simples e mais barata para misturas uniformes. Em inglês, drum mix plant; no Brasil, “usina contínua” ou “usina de tambor”.
Betume
O ligante que se mistura com os inertes. No Brasil chama-se “CAP” (cimento asfáltico de petróleo) e “asfalto” designa a mistura; em Angola e Moçambique “asfalto” e “betume” usam-se muitas vezes como sinónimos na obra.

Perguntas frequentes sobre a escolha da central

Qual é a diferença entre central descontínua e contínua?

A central descontínua pesa os inertes quentes, o filer e o betume em cada lote e mistura-os num misturador próprio: muda facilmente de fórmula e cumpre exigências apertadas. A central contínua seca e mistura sem paragens num só tambor: é mais simples e mais barata, mas serve melhor para produções longas com uma só fórmula.

Que central serve para reparações e volumes pequenos?

Para reparações e volumes pequenos ao nível municipal costuma bastar uma mini-central de 10–40 t/h ou uma central móvel RMX-M60. Se as fórmulas mudam muito, escolha o tipo descontínuo; se a mistura é sempre a mesma, a contínua RMX-D40 ou D60 sai mais barata.

É preciso fundação de betão?

As centrais fixas (RMX-B, RMX-D) exigem fundação de betão para a torre, o tambor, o filtro e os silos — enviamos os desenhos com as cargas antes do embarque. As centrais móveis e em contentores bastam com uma área plana e compactada; só se fazem apoios ligeiros se o terreno o exigir.

Qual central serve? Pergunte a um engenheiro

Com base no volume diário, no combustível, no clima e na energia do local, recomendamos o tipo e o modelo.

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