Esta página reúne os guias por país. Em cada um explicamos a rede rodoviária, quem a gere, a energia, os portos, o clima e o tipo de central que costuma servir. Escolha o seu país.
Os guias por país
| País | Padrão das obras | Central habitual | Guia |
|---|---|---|---|
| Angola | Muitos troços dispersos por todo o país | Móvel ou em contentores, 80–160 t/h | Angola |
| Moçambique | Programa «Mais Estradas 2031» e obras por todas as províncias | Em contentores ou móvel, 80–160 t/h; fixa para corredores longos | Moçambique |
| Brasil | Manutenção e recapeamento; mercado com fabricantes nacionais | Usina gravimétrica (descontínua), com 60 Hz | Brasil |
| Timor-Leste | Troços curtos em relevo montanhoso, com apoio do BAD | Móvel ou contínua, 40–80 t/h | Timor-Leste |
| Cabo Verde e Guiné-Bissau | Obras pontuais em ilhas; corredor Safim–M’pack | Móvel ou em contentores, 60–120 t/h | Cabo Verde e Guiné-Bissau |
O que muda de país para país
- O dono da obra. Cada país tem a sua entidade rodoviária e o seu caderno de encargos. A fórmula de trabalho e as tolerâncias dependem deles.
- A energia. A maior parte dos países africanos de língua portuguesa e Timor-Leste usa 50 Hz; o Brasil usa 60 Hz. A frequência decide o fabrico dos motores e quadros.
- A importação. Direitos, impostos e regimes aduaneiros mudam de país para país e com o tempo. Confirme com um despachante antes de comparar preços.
- A língua. Respondemos em português. Em obras financiadas por bancos de desenvolvimento, o caderno de encargos pode estar em inglês.
Se o seu país não está na lista, fale connosco: indique o país, a capacidade e o tipo de mistura.



